Shared Services Implementation contará com palestra e patrocínio da Visagio

Nos dias 22 a 24 de maio, a Visagio apresentará seu know-how em mais um evento técnico do IQPC, em São Paulo. O Shared Services Implementation reunirá executivos e representantes das principais empresas do Brasil para discutir metodologias para implementação do Centro de Serviços Compartilhados e novas tendências.

No segundo dia de evento, o sócio Breno Jácome fará palestra ao lado do Filipe Aguinsky, gerente de CSC da ThyssenKrupp Elevadores, empresa cliente da Visagio. Eles vão expor aos participantes todas as etapas vividas durante a implantação do CSC, desde o Business Case, passando pela Centralização dos Processos das 19 Unidades até a Terceira Onda. “Falaremos sobre as principais dificuldades enfrentadas durante dois anos e meio de projeto e estratégias adotadas para superá-las, além de dar recomendações e orientações para os gestores que irão liderar o projeto de implementação de CSC em sua organização”, explica Breno.

A Visagio se tornou referência no que se refere à estruturação de CSC e vem atuando fortemente em projetos de grandes empresas como Vale, Endesa, Klabin, entre outras. Com uma uma metodologia própria e integrada de Gestão de Projetos / Mudanças, o modelo Benchmark de Serviços Compartilhados permite aliar os benefícios dos modelos centralizado e descentralizado para a organização de atividades compartilhadas. Para saber mais sobre essa expertise da Visagio, acesse aqui o artigo do sócio Breno Jácome que pontua dez recomendações para implantação do Centro de Serviços Compartilhados.

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Dez recomendações para implantação do Centro de Serviços Compartilhados

Por Breno Sarcinelli Jácome

Certa vez li um artigo sobre dez principais erros em implantações de Centro de Serviços Compartilhados (CSC)*. As recomendações ali contidas casavam exatamente com o que eu vinha propondo para um plano de implementação para um projeto de CSC.
Reformulei as ideias contidas naquele artigo com base em minha experiência e aplicando uma visão mais otimista (prefiro falar sobre o que fazer ao invés do que não fazer). Venho agora compartilhar com vocês dez recomendações para implantação de Centro de Serviços Compartilhados. Várias dessas recomendações não se restringem ao contexto de CSC e podem ser aplicadas à qualquer projeto que promova intensa transformação na organização e que encare forte resistência a mudança.

1. Designe um responsável em tempo integral para liderar o projeto.
Não subestimem a necessidade de envolvimento do líder desse projeto. A implantação do CSC irá influenciar todos os níveis da organização e a necessidade de um líder dedicado com competências técnicas e comportamentais adequadas é imprescindível. Nessa mesma linha, é necessário formar uma equipe de trabalho da própria empresa. Não pense que basta contratar uma consultoria que o trabalho será realizado, é preciso que profissionais da própria empresa atuem nessa empreitada, tanto pelo aprendizado quanto pela credibilidade que o restante da organização dará ao projeto. O projeto é da organização e não de um agente externo. O agente externo é importante para aportar metodologia e trazer as melhores práticas de mercado e as adaptar para a realidade da empresa.

2. Tenha apoio da alta direção e um plano de gestão de mudança
O apoio da alta direção é mais que uma recomendação, ele é pré-requisito para o sucesso do projeto. Sem o patrocínio da alta direção ou da presidência da empresa a implantação do CSC certamente será embargada.
A gestão de mudança é peça fundamental em qualquer projeto de implantação que enfrenta forte resistência. Faça alinhamentos com os stakeholders do projeto. Deixe todos cientes do que será feito, se esforce ao máximo para tê-los do seu lado. Saiba ceder para mitigar retaliações ao projeto.
Comunique sempre e desde o primeiro dia de projeto o plano de implantação. Informe a empresa o que será feito, quando, como e onde, quais são os benefícios, consequências e o que muda para cada colaborador da organização. Não espere pelos questionamento chegarem à equipe de projeto. A antecipação da comunicação visa evitar perdas de tempo e possíveis boicotes ao projeto.
Realize os treinamentos necessários com as pessoas que terão seus processos alterados. Certifique-se que tudo foi bem compreendido.

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IEG abre três novas turmas em maio

O IEG é uma empresa do Grupo Visagio que está ganhando cada vez mais destaque nas áreas de Inteligência de Mercado e Desenvolvimento de pessoas. Visando qualificar profissionais, o IEG tem realizado cursos com aulas práticas que capacitam para o mercado de trabalho. Com mais de 6000 alunos que já participaram dos cursos, a empresa já está com vagas abertas para o curso de Excel aplicado a Negócios e os novos cursos de VBA aplicado a Negócios e Analistas em Finanças.

VBA aplicado a Negócios
De 26 de maio até 07 de julho
20h em 5 módulos
O curso apresenta a ferramenta VBA como apoio para os diversos conceitos de gestão empresarial com enfoque em diversos setores da economia e diferentes áreas organizacionais das empresas. Clique aqui e acesse a ementa do curso.

Curso de Analista em Finanças
De 02 de junho até 14 de julho
6 módulos de 4h
Com o objetivo de formar analistas altamente capacitados para atuar nas áreas de Finanças de grandes empresas, o IEG desenvolveu um programa prático de Analistas em Finanças. Clique aqui e acesse a ementa.

Curso de Excel aplicado a Negócios
De 02 de junho até 14 de julho
24h
O curso tem como objetivo formar profissionais altamente qualificados em análises empresariais com o apoio do MS Excel. Clique aqui e acesse a ementa.

Havendo interesse do aluno realizar os dois cursos (Excel e VBA), o IEG oferece um pacote com preço diferenciado. Para mais informações, acesse o site do IEG ou entre em contato com a Central de Atendimento pelo telefone: (21) 2223-1528.

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Imigração Moderna – Mercado de Trabalho para Estrangeiros no Brasil

Por Joris Steinberg

O crescimento da economia brasileira nos últimos anos aumentou significativamente a necessidade de mão de obra qualificada. Para manter a taxa de crescimento atual, precisa-se de mais de 8 milhões de novos profissionais até 2015! Acrescenta-se a isso a crise mundial de 2008, que afetou intensamente os países desenvolvidos, aumentando mais a imigração moderna no Brasil.

Em 2010 o número de estrangeiros que receberam um visto de trabalho no Brasil aumentou em 30% comparado com 2009. E eu fui um deles ao entrar na Visagio. Já moro no Rio desde 2008, quando vim fazer mestrado em administração no COPPEAD, UFRJ. Para a finalização do mesmo conduzi uma pesquisa sobre as percepções culturais desses estrangeiros aqui no Brasil, em especial no Rio de Janeiro.

Quando um indivíduo está dentro de seu próprio país de origem, sua cultura, na maior parte das vezes, passa despercebida. É somente quando este se encontra inserido em uma outra cultura que ele passa a perceber a sua própria cultura e as diferenças de seus traços em relação ao novo contexto cultural. Só um exemplo, qual o mapa do mundo correto na imagem?

Resposta: Todos! Embora a forma mais comum esteja ilustrada no mapa localizado na parte superior esquerda, os outros três mapas, contudo, são também visões de mundo válidas, somente têm como partida um outro ponto de referência.

A diversidade cultural e complexidade social, entre outros, pode confundir quem chega ao Brasil despreparado. Problemas com burocracia, impontualidade, informalidade e proximidade pessoal, falta de planejamento e visão de longo prazo, além da comunicação indireta são os aspetos que mais incomodam os estrangeiros no Brasil. Mesmo os portugueses, que falam a mesma língua nativa, têm dificuldade de comunicação no Brasil, já que aqui é fundamental saber ler nas entrelinhas. Ser direto demais ou expressar a sua opinião sem “embalá-la” para não ofender, é uma dificuldade para um estrangeiro.

Por outro lado, a hospitalidade, flexibilidade, criatividade, informalidade e orgulho, entre outros, faz com que os brasileiros envolvam os estrangeiros de uma forma bastante atraente. Eu mesmo experimento isso no dia-a-dia ao trabalhar. Além de simplesmente ser bom fazer parte de um grupo tão motivador, também é desafiador saber “dosar” os meus traços culturais. Cada dia aprendo mais ao lidar com um ambiente cultural tão diferente do meu próprio.

Joris Steinberg – holandês residente no Brasil desde 2008 e consultor da Visagio desde 2009. Pós-graduado em Engenharia Eletrônica na Universidade Tecnológico de Eindhoven (Holanda) e mestrado em administração no COPPEAD, UFRJ. Desenvolveu e liderou projetos em engenharia de gestão com foco em Processos de Negócios, PMO e Serviços Compartilhados. Além do Brasil e Holanda, já morou e trabalhou na Argentina e nos Estados Unidos. 

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Visagio fecha parceria com o Coppead para Cátedra na área de Estratégia

A Visagio acaba de estreitar ainda mais seus laços com o Coppead. A empresa patrocinará uma Cátedra na área de estratégia e crescimento de organizações, que será coordenada pela professora Denise Fleck, estudiosa do assunto há mais de 10 anos. Segundo Caio Fiuza, sócio da Visagio, o objetivo é justamente contribuir com o desenvolvimento de conhecimento, tanto para uso interno da Visagio quanto para a sociedade como um todo. “Com os estudos da Cátedra do Coppead vamos entender melhor questões como a longevidade das empresas, sustentabilidade dos negócios, dentre outros assuntos decisivos para o mundo corporativo. Além disso, contribuiremos com um legado que será útil para muitas gerações de executivos e afetarão diretamente o desempenho das empresas brasileiras”, afirma.

Denise Fleck acredita que no mundo corporativo não só a tomada de decisões é crucial para o sucesso empresarial, mas a qualidade nesta ação. “Em verdade, não só devemos potencializar o nível dessas decisões como, no momento seguinte, identificar a melhor maneira de implantá-las”, afirma a professora, ressaltando que inicialmente seus estudos identificaram uma série de condições necessárias para o crescimento saudável das companhias. Agora o foco será estudar o gap entre tais condições e as reais possibilidades que se apresentam aos gestores, buscando identificar maneiras de minimizá-lo. “A falta de atenção nesses aspectos pode colocar a empresa em situações complicadas que podem levar até ao declínio”, diz. “Ao longo desses anos já investigamos mais de 20 organizações, desde o momento do seu nascimento. Durante o acompanhamento constatamos que muitas empresas declinaram por processos autodestrutivos e por vezes imperceptíveis, de “suicídio organizacional”, conclui Denise.

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